sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Produção Plástica do Espectáculo



Era assim que era suposto ficar o meu cenário.. Infelizmente não o tive tempo para o terminar.

Depois de muito pensar... Decidi fazer esta estrutura, numa primeira fase tinha pensado em fazer o cenário com tecidos mas era bastante difícil pô-lo a rodar (queria representar a repetição, uma das minhas palavras chave, e ao mesmo tempo provocar movimento). A frustração representei no meu figurino que era todo preto.

Seguidamente pus Mãos à obra!



quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

PEÇA FINAL


MÉTODO EUROPEU

MUSEU DO AZULEJO



TÉCNICAS

Alicatado - cobrir toda a superfície com vidrado de uma só cor. Depois de ser levado ao forno parte-se para fazer padrões . Usa-se também para recortar as molduras.
 
Corda-Seca – contorna-se os motivos com uma mistura de óxido de manganês e óleode linhaça.

Esgrafitado – a parte vidrada é raspada com a forma do motivo decorativo que se pretende pois dá maior contraste ao padrão.

Aresta - São feitas fendas no azulejo cru, seguidamente são comprimidas e criam-se arestas que iram impedir a passagem de cor.

Relevado – todo o motivo é tratado com relevo impedindo a mistura de cores .

Majólica ou fiança – a superfície do azulejo é coberta com óxido de estano (cor branca) e óxido de chumbo. Estes vão absorver a humidade da tinta, impedindo a mistura de cores e conferindo uma maior liberdade no desenho das figuras.


MATERIAL DE CERÂMICA





Lixas





                                                                                               Réguas




Teques de arame


                                                                

                                                                 Garrote




Rim
                                                                                                



                                                                                             Rolo







teques de madeira

TÉCNICA DO VASAMENTO
Quando temos uma peça maciça é necessário procedermos ao vazamento, técnica que permite torná-la oca. Marcamos dois traços perpendiculares À linha onde pretendemos cortar o barro. Seguidamente, com o garrote cortamos a pasta e esvaziar as partes maciças (deixando um centímetro de espessura) com os teques de madeira.












TÉCNICA DA BOLA

Primeiro modelamos a pasta até 
obtermos a forma de uma bola, 
de seguida, usamos o polegar para 
modelar a parte concava e com os 
restantes a convexa.






TÉCNICA DA LASTRA 

Após trabalhar o barro com a mão, sobre uma superfície absorvente, colocamos duas réguas, deformando o barro de forma a obtermos a espessura desejada, ou seja, a espessura das réguas







TÉCNICA DOS ROLOS

Modelamos rolos e manipulamos as suas formas até obtermos a forma que pretendemos. De seguida usamos o garfo para riscar o barro e aplicarmos lambugem (usada para colar os diferentes rolos, permitindo obter a forma desejada).



SECAGEM E COZEDURA

Antes da cozedura é necessário proceder à secagem do barro, de preferência ao ar livre mas nunca feita ao sol (a secagem é muito lenta)
O forno demora muito a aquecer e arrefecer. Uma peça, demora no mínimo 8 horas a cozer num forno médio. (Existem fornos de lanha, a gás e eléctricos)

EVOLUÇÃO DA PEÇA





PROJECTO DA PEÇA FINAL

Para chegar à forma da minha peça final inspirei-me em duas formas.
Eu gostei da primeira forma porque, para além do seu efeito visual, relaciono-a uma das minhas palavras chaves, repetição, pois é toda feita através da repetição de um só movimento.










Quanto à segunda imagem.. O que mais gostei foi o facto de ser ergonomica pois adaptava-se às minhas mão.










De seguida, tentei juntar as suas características e organiza-las de modo a exprimirem melhor o meu conceito. Foi então que surgiu a imagem da minha peça final.


MEMÓRIA DESCRITIVA
A parte negra representa a frustração e esta engole a repetição.
A repetição é criada através de pequenas formas produzidas através do mesmo movimento. As suas variadas e vivas tonalidades são apenas uma tentativa de as tornar originais e de as aproximar ao que é considerado belo.
A peça adapta-se à mão, em varias posições, o que lhe confere uma carácter pessoal.


Explorações gráficas

Confesso que neste modulo não explorei muito o desenho, mas estas foram algumas das formas que representei..