quarta-feira, 15 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Cinema
O cinema foi inventado a 28 de Dezembro 1895 pelos irmãos Lumiére.
Fotografia Final
Esta foi a fotografia que seleccionei depois de fazer algumas alterações (aumentei contrastes de modo a obter um melhor resultado visual). Com esta fotografia quis, a cima de tudo, transmitir o mau conceito.
terça-feira, 17 de maio de 2011
CONCEITO
Durante este anos muito de mim se metamorfoseou.. Tornei-me uma pessoa mais atenta, mais aberta a novas experiências e até mais feminina. Durante este ano fiz a minha primeira longa viagem e isso despertou em mim a sede do mundo! Agora, mais que nunca, quero estar em diferentes lugares, experimentar novas sensações, descobrir e despertar todos os meus sentidos! Este ano exigiu muito de mim, o que fez com que me tornasse mais independente, autónoma. Deixei de ter medo de arriscar, tomei o gosto pela aventura, pelo desafio, pelo desconhecido. Conheci pessoas que me fizeram mudar, todas me abriram os olhos, ensinaram-me a ser mais tolerante, mostraram-me o poder da atenção e da procura. Umas mostraram-me o lado mais bonito do seu ser e outras, bem… Nem por isso. Negativa ou positivamente marcaram-me e certamente nunca as esquecerei.
Na António Arroio, num só ano, aprendi mais do que em qualquer outro ano da minha escolaridade, não se limitaram a despejar matéria, ensinaram-me o ser e o saber. Passaram-me tantas tecnologias pelas mãos que mal me consigo imaginar a escolher apenas uma. Não sei o que farei no futuro mas se depender de mim farei algo que adore! Só assim serei boa no que faço e mais importante ainda… Continuarei a ser feliz!
PALAVRAS CHAVE : procura; autonomia e aventura
PALAVRAS CHAVE : procura; autonomia e aventura
DESAFIO
O fim deste teu tempo de metamorfose aproxima-se … o que é que gostarias de contar a ti mesma sobre o que de ti descobriste, quando daqui a uns anos tropeçares nas tuas memórias?
quarta-feira, 4 de maio de 2011
MEMÓRIA DESCRITIVA
Para representar “enigma” inspirei-me no universo, a forma que me ocorreu consequentemente foi a esfera (as diferentes tonalidades da esfera conferem-lhe alguma semelhança com espaço). Para explorar este universo é preciso coragem representada a partir da pequena liberdade da esfera e da independência da peça (a peça pode ser usada como objecto decorativo, devido a uma forma que a sustem em pé; brinco e pendente visto que tem uma espécie de gancho que, para além de poder ser usada como colar, permite). Para sustentar esta coragem é necessário trabalhar e é este trabalho que vai sustentar toda a peça, ou seja o arame de latão.
EVOLUÇÃO DO PROJECTO
Após a seleccionar o esboço com que iria trabalhar procurei trabalha-lo graficamente até obter o resultado que querias.
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| Esboços |
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| Desenho mais rigoroso |
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| Grafismo final |
EXPLORAÇÃO DE IDEIAS
Durante a pesquisa fui procurando imagens que se identificassem com o meu conceito. Encontrei uma imagem semelhante a reproduzida em baixo, e decidi apoderar-me dela da melhor maneira, desenhando-a, pois representa o enigma ("universo"), coragem ("criação") e trabalho ("pintar").
Numa segunda fase elaborei esboços até encontrar formas que se pudessem identificar com o meu conceito.
De seguida à fase de selecção da ideia.
Numa segunda fase elaborei esboços até encontrar formas que se pudessem identificar com o meu conceito.
De seguida à fase de selecção da ideia.
MATERIAIS E TÉCNICAS
Materiais
• Tesoura de solda
• Alicate de pontas chatas
• Alicate de pontas redondas
• 2 Limas grandes (paralela e meia-cana)
• 2 Limas médias (paralela e meia-cana)
• Compasso de pontas secas
• Régua de aço
• Peão de ourives
• Armação de serra
• 7 Limas de calado
• Escova e pá
• Pinça de mola
• Pinça de solda
• Conformar
• Soldar
1ª aula de ourivesaria
Na primeira aula de ourivesaria, além das noções básicas que as professoras nos passaram, pudemos experimentar os materiais com que iríamos trabalhar nas aulas seguintes (cobre e latão) bem como as técnicas mais usadas (serrar e conformar).
| Experimentação (1ºaula) |
segunda-feira, 4 de abril de 2011
CONCEITO
Portas são furos nos limites que alguém estabeleceu. Como pessoa, estabeleço limites que não quero passar, coisas de que não me quero aproximar, situações que quero a todo o custo evitar. As portas são esperanças, são enigmas … Por sua vez as pessoas são curiosas. Todas as portas por onde passamos têm por detrás uma história, uma imagem, uma época e muitas pessoas. Abrir uma porta pode não ser fácil. Podemos ter medo de a abrir. Podemos apenas querer espreitar por um minúsculo buraquinho e satisfazer as nossas curiosidades. Estas devem-se, em primeiro lugar, ao aspecto da porta, se este for grosseiro, se este for grosseiro provavelmente não a queremos abrir, se for elegante, esteticamente “bela” certamente queremo-la invadir e descobrir as suas maravilhas e tornando-as nossas. Porém uma porta é uma porta, nada mais que isso… tudo o que nos mostra pode no fim de contas, não corresponder ao seu mundo interior.
Vejo diversas portas dispostas num lugar vazio, portas que sem estarem adoçadas a nenhuma parede se mostram mais curiosas ainda. Parecem portas de espectáculo mas se num teatro as abrisse talvez na história fizesse diferença mas para mim não estas fazem!
Ao ver portas cujos tamanhos ainda variam mais, não consigo escolher nenhuma delas… Mas é necessário! Terei de as abrir a todas? Talvez, mas com certeza qu e poderei escolher a ordem com o faço. A questão será: quererei eu abrir as que me suscitam alegria, paz amor, ou será melhor abrir aquelas que me aterrorizam? Seja como for, sempre preferi que me dessem primeiro as más notícias.
Vejo ao longe uma porta rude, gasta, enorme em tamanho e terrivelmente enigmática. Primeiro tento olhar pelo buraco da fechadura mas não vejo nada esta quase toda preta mas há, lá ao fundo, uma luz que ilumina algo, não percebo o quê. Ainda a medo toco na maçaneta parecia que tremia, ou talvez fosse eu. O ranger da porta aumentava e proporcionalmente aumentavam as minhas pulsações, e foi no clímax da minha angústia que a medo vejo uma pessoa sentada numa secretária com ar exausto e desesperado, atafulhada de papeis e com o ar de quem já não pode mais. É então que se vira para mim e pergunta: - que quer?! Não vê que estou ocupada? – Viro costas e bato com a porta Que ser mais rude a falta de simpatia tinha-me irritado bastante.
Passo para outra porta. Antes d entrar já ouvia uma melodia que não me era nada estranha… Nesta não hesitei! Entrei de rompante. À minha frente encontrei um piano e um microfone só me apetecia tocar e gritar (a situação anterior tinha me chateado realmente), em vez disso batinas teclas. Bati-lhes muito! Depois de me libertar, sai aliviada, estava pronta para enfrentar tudo... Eis que uma porta quase que me aspira, puxa-me com toda a força, até me eleva. Faço toda a força para resistir, e é ao deixar de resistir que esta me liberta. Ainda com a respiração ofegante, paro e recomponho-me. Decidida a descobrir o porquê de tudo aquilo, entro confiante e em vez de me esperar uma tortura, vejo as minhas irmãs a rirem em frente do computador e a chamar-me para me juntar elas… Foi isso mesmo que fiz.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Produção Plástica do Espectáculo
Era assim que era suposto ficar o meu cenário.. Infelizmente não o tive tempo para o terminar.
Depois de muito pensar... Decidi fazer esta estrutura, numa primeira fase tinha pensado em fazer o cenário com tecidos mas era bastante difícil pô-lo a rodar (queria representar a repetição, uma das minhas palavras chave, e ao mesmo tempo provocar movimento). A frustração representei no meu figurino que era todo preto.
Seguidamente pus Mãos à obra!
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
MUSEU DO AZULEJO
TÉCNICAS
Alicatado - cobrir toda a superfície com vidrado de uma só cor. Depois de ser levado ao forno parte-se para fazer padrões . Usa-se também para recortar as molduras.
Corda-Seca – contorna-se os motivos com uma mistura de óxido de manganês e óleode linhaça.
Esgrafitado – a parte vidrada é raspada com a forma do motivo decorativo que se pretende pois dá maior contraste ao padrão.
Aresta - São feitas fendas no azulejo cru, seguidamente são comprimidas e criam-se arestas que iram impedir a passagem de cor.
Relevado – todo o motivo é tratado com relevo impedindo a mistura de cores .
Majólica ou fiança – a superfície do azulejo é coberta com óxido de estano (cor branca) e óxido de chumbo. Estes vão absorver a humidade da tinta, impedindo a mistura de cores e conferindo uma maior liberdade no desenho das figuras.
TÉCNICA DO VASAMENTO
Quando temos uma peça maciça é necessário procedermos ao vazamento, técnica que permite torná-la oca. Marcamos dois traços perpendiculares À linha onde pretendemos cortar o barro. Seguidamente, com o garrote cortamos a pasta e esvaziar as partes maciças (deixando um centímetro de espessura) com os teques de madeira.
TÉCNICA DA BOLA
Primeiro modelamos a pasta até
obtermos a forma de uma bola,
de seguida, usamos o polegar para
modelar a parte concava e com os
restantes a convexa.
TÉCNICA DA LASTRA
Após trabalhar o barro com a mão, sobre uma superfície absorvente, colocamos duas réguas, deformando o barro de forma a obtermos a espessura desejada, ou seja, a espessura das réguas
TÉCNICA DOS ROLOS
Modelamos rolos e manipulamos as suas formas até obtermos a forma que pretendemos. De seguida usamos o garfo para riscar o barro e aplicarmos lambugem (usada para colar os diferentes rolos, permitindo obter a forma desejada).
Antes da cozedura é necessário proceder à secagem do barro, de preferência ao ar livre mas nunca feita ao sol (a secagem é muito lenta)
O forno demora muito a aquecer e arrefecer. Uma peça, demora no mínimo 8 horas a cozer num forno médio. (Existem fornos de lanha, a gás e eléctricos)
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